quarta-feira, 16 de julho de 2014

Alimentação sempre Natural!




A alimentação, que antigamente constava do que se produzia na horta ou se comprava em lojas de confiança, mas que, em qualquer caso, era natural e fresco, hoje integra sobretudo produtos sujeitos a processamento industrial. Estes, para além de comportarem corantes, emulsionantes, espessantes, conservantes e outros “antes” sintéticos e, portanto, artificiais e nocivos para a saúde, detêm demasiadas calorias e proporcionam um baixo nível de saciedade. Por outras palavras, engorda-se a passar fome. De facto, não são as gorduras nem os açúcares que preenchem as necessidades nutricionais. Colateralmente, verifica-se o aparecimento de carcinomas associados ao aparelho digestivo, em boa medida como consequência da potencialidade cancerígena destes compostos. 

Até os ingredientes que hoje em dia se escolhem para uma sopa, por exemplo, já foram submetidos a uma preparação prévia e, geralmente, ao processo de congelação. Deixou de haver tempo para ir ao mercado comprar legumes. Também, à hora que se sai do emprego haviam de estar num lindo estado, todas de 


“orelha” murcha, e ostentando uma cor mais próximo do amarelo do que do verde… A evolução fez com que se concebessem embalagens assépticas com hortícolas já lavados, prontos a gastar. Qualquer dia, alguém se lembrará que talvez mastigados sejam ainda mais vantajosos! Assistiremos, nesse caso, à comercialização de vegetais liquefeitos. Torna-se tudo mais rápido e automático para o intestino…

Não há dúvida que estamos na era da cozinha da lata, do pacote e do take away. Aliás, estes estabelecimentos, cada vez mais procurados, e não só aos Domingos ou em dias em que não se tem oportunidade de cozinhar, germinam agora como cogumelos em qualquer esquina. Inclusive nas zonas rurais, onde se supunha haver mais tempo e condições para dedicar às artes culinárias, a par de uma reiterada aversão a tais modernices, vão aparecendo e aumentando, a olhos vistos, o volume de negócio. A preguiça está a conquistar terreno e a instalar-se…!

A charcutaria é outro dos domínios em franca expansão. Não obstante os conselhos de nutricionistas e médicos em sentido contrário, as populações aderem incondicionalmente ao reino do presunto, chouriço, mortadela, paio, bacon, queijo, e o famigerado fiambre, presente em qualquer lanche que se preze, ou conduto indispensável numa sandes que sirva de almoço. Para satisfazer os gostos mais requintados, inventaram cortá-lo em fatias finíssimas e, supostamente, retirar a algumas categorias parte da adiposidade. Paralelamente, devem estar a criar porcos com cinco pernas, uma vez que também existe um fiambre da perna extra!...
fonte: RUA DIREITA

A dieta do Espelho

Todo mundo que já encarou uma dieta pelo menos uma vez na vida sabe que essa é uma verdadeira saga. E o pior: é cheia de vilões. Parece que quando você anuncia para o mundo que está começando uma dieta séria (dessa vez), todas as delícias do mundo resolvem dar as caras e te seduzir. É docinho que oferecem depois do almoço, aniversário aqui, confraternização ali e brigadeiros por todos os lados. Parece que a sua decisão de entrar na linha faz com que eles se multipliquem automaticamente. Sabem quem pode mudar essa história?

A dieta do espelho!


Porque como em toda boa história, a saga da dieta também tem um herói. Ele parece ser um pouco do mal no começo, mas é ele que desperta aquela vontade de lutar contra a balança e conquistar o corpo que você sempre sonhou. Ele que motiva, e que manda recados sutis de que você precisa fazer mais se quer alcançar seus objetivos. Mas ele também é o primeiro a comemorar os bons resultados com você. Sim, estamos falando dele: o espelho.
Se você ainda duvida que o espelho é sim herói nessa história, vamos apresentar a você o estudo que prova que ele não apenas puxa o movimento pró-dieta, como também é um truque para ajudar a emagrecer mais rápido.
No vídeo abaixo, Richard Wiseman explica a essência da dieta do espelho. Segundo ele, o simples fato de nos olharmos no espelho antes de abrir a geladeira pode ajudar tanto a perder peso como a tomar decisões mais saudáveis na hora de escolher o que comer. Aparentemente, o ato de se olhar antes de, por exemplo, abrir a geladeira, trás consciência para um processo que na grande maioria das vezes é impulsivo.
Espelho, espelho meu, existe alguém mais guloso do que eu?

terça-feira, 17 de junho de 2014

Comida orgânica, é mesmo mais nutritiva?


O fato de serem cultivados sem o uso de agrotóxicos ou de fertilizantes artificiais é um dos principais motivos que levam à compra de alimentos orgânicos. Contudo, há quem consuma esses produtos por acreditar que eles são mais nutritivos e menos suscetíveis a contaminação do que os convencionais. Será que essas vantagens todas são verdadeiras?
Para investigar essa crença, um grupo de pesquisadores analisou dados de mais de 200 estudos que comparavam os níveis de nutrientes e de contaminação em alimentos orgânicos e convencionais – incluindo frutas, grãos, vegetais e carnes. Resultado: não foram encontradas grandes diferenças entre os dois tipos de produtos.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

10 alimentos para a sua saúde mental

Todo tipo de alimento já foi associado a algum benefício. Há várias dietas para prevenir milhares de condições – ou então para melhorar algum atributo – por exemplo, há quem coma peixe para ficar mais inteligente, por causa do ômega-3.
Embora não exista tratamento atual que comprovadamente cure a doença de Alzheimer ou a demência, estudos dizem que existem alimentos que desempenham um papel positivo na saúde mental em geral. Quer experimentar uma dieta para um cérebro saudável? Confira a lista abaixo.

1) Amoras

amoras

Todo mundo sabe que quanto mais velho ficamos, mais difícil fica aprendermos coisas novas. E por quê? Para processar novas informações, as células do nosso cérebro precisam “conversar” umas com as outras. Quanto mais velhas elas ficam, mais inflamam e mais difícil fica para elas se comunicarem. A solução? As maravilhosas amoras possuem potentes antioxidantes conhecidos como polifenóis que diminuem essa inflamação e incentivam a comunicação entre os neurônios, melhorando a nossa capacidade de absorver novas informações.
2) Café

café

Alguns pesquisadores acreditam que a cafeína e os antioxidantes do café são protetores. Um estudo finlandês com mais de 1.400 consumidores de café revelou que as pessoas que bebiam entre três e cinco xícaras de café por dia (com idade entre 40 e 50 anos) tinham 65% menos chance de desenvolver mal de Alzheimer em comparação com os que tomam menos de duas xícaras por dia. Vamos fazer um cafezinho?

Não é seguro para comer: conheça três alimentos perigosos

Nós sabemos que qualquer alimento pode ser contaminado, e, aliás, os benefícios e malefícios das comidas são um assunto muito debatido.
Mas, antes de se comprometer a uma vida de dieta de astronauta com pílulas e vitaminas, saiba que é mais provável que você fique bem ao comer qualquer coisa. “Nós temos um sistema alimentar muito seguro”, explica Shelley Feist, diretora executiva da Parceria para a Educação e Segurança dos Alimentos.
Existem apenas três alimentos realmente arriscados, os quais você deveria evitar completamente. Conheça-os:


Leite cru

leite crú

Fãs de leite cru (que significa que ele não foi pasteurizado ou homogeneizado) dizem que ele tem mais bactérias benéficas e enzimas do que suas contrapartes processadas, mas a ciência não provou qualquer uma dessas alegações.
E o leite cru pode ser contaminado de várias maneiras: ao entrar em contato com fezes de vaca ou bactérias que vivem sobre a pele de vacas, a partir de uma infecção do úbere da vaca, ou de equipamentos sujos, entre outros.
O processo de aquecimento especial que conhecemos como pasteurização é a única forma eficaz de matar a maioria, senão todas, as bactérias prejudiciais, que podem incluir salmonela, listeria, e E. coli.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Mastigue mais para comer menos

Quer emagrecer? Então é bom que você demore mais tempo nas suas refeições. Segundo um novo estudo, quem mastiga mais, consome menos calorias.
Participantes do estudo mastigaram alimentos 40 vezes e consumiram quase 12% calorias a menos. O normal é que as pessoas mastiguem os alimentos apenas 15 vezes antes de engolir.

Os pesquisadores forneceram um almoço comum para meninos de 14 anos obesos e para garotos de 16 anos com peso normal para ver se existem diferenças na forma em que eles mastigavam a comida. Além disso, analisaram se a mastigação levaria as pessoas a comerem menos, e como os níveis de açúcar no sangue e hormônios que regulam o apetite são afetados com isso.
Pesquisas anteriores já haviam explorado a ligação entre obesidade e mastigação, com resultados variados. Alguns estudos concluíram que comer rápido e mastigar menos estão associados com a obesidade, enquanto outros não encontraram essa relação.
No estudo atual, a equipe descobriu uma ligação entre a quantidade de mastigação e os níveis de vários hormônios que dizem ao cérebro quando começar e quando parar de comer.
A mastigação mais demorada foi associada com baixos níveis de guelina no sangue – o hormônio da fome, que estimula o apetite. Aliado a isso, foram encontrados níveis mais elevados de CCK, hormônio que pesquisadores acreditam que reduz o apetite.
Como o estudo foi pequeno e incluiu apenas jovens, os autores dizem que a mastigação prolongada não necessariamente afetará a ingestão de calorias em outras pessoas. No entanto, a redução de 12% de calorias ingeridas do grupo que mastigava a comida 40 vezes poderia ser traduzida em uma perda de peso significativa. Se uma pessoa cortasse a ingestão de calorias nessa medida, ela poderia perder pouco mais de 10 quilos em um ano.
fonte: http://hypescience.com

O que realmente está nos tornando gordos?



A sabedoria convencional nos diz que o ganho ou perda de peso está no modelo de “calorias para dentro, calorias para fora”, que geralmente se resume no refrão “coma menos, se exercite mais”. Mas uma nova pesquisa revela que a equação é muito mais complexa do que parece, e vários outros fatores estão em jogo.
Pesquisadores de um campo relativamente novo estão olhando para os químicos industriais e aspectos não calóricos das comidas que influenciam no ganho de peso. Os cientistas que estão conduzindo essa pesquisa acreditam que essas substâncias, presentes em muitas comidas, podem estar alterando a maneira como nossos corpos armazenam gordura e regulam nosso metabolismo. Mas nem todos concordam. Muitos cientistas, nutricionistas e médicos acreditam no modelo do equilíbrio energético.

sábado, 31 de maio de 2014

Dicas para o Pequeno-Almoço



Provavelmente já ouviu dizer que o pequeno-almoço é a refeição mais importante do dia. Depois de uma noite de descanso (jejum), de manhã necessitamos de repor “energia” para despertar para um novo dia cheio de vitalidade. Se saltarmos esta refeição, o nosso organismo reclama e surgem alguns sintomas como, cansaço matinal, perda de força, sonolência, alterações de humor, dores de cabeça e irritabilidade.  

Como fazer um pequeno-almoço equilibrado? 
Para fazer um pequeno-almoço saudável para o coração, deve começar por preparar torradas ou fatias de pão de mistura ou integrais com creme vegetal para barrar Becel, um copo de leite magro ou um iogurte magro ou um queijo fresco magro. Adicionalmente pode ingerir um copo de sumo natural ou uma peça de fruta. Assim, logo de manhã, proporciona energia e ingredientes essenciais como ómega 3 e 6, hidratos de carbono, cálcio, ferro, fibra, vitamina D, vitaminas B, ácido fólico, magnésio e zinco. Aqueles que saltam o pequeno-almoço perdem estes nutrientes importantes e frequentemente é-lhes difícil conseguir nutrientes suficientes durante o resto do dia. 

Emagrecimento: 30 minutos de treino é melhor do que uma hora




Segundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009, realizada pelo IBGE e pelo Ministério da Saúde, 48% das mulheres e 50% dos homens brasileiros se encontram com excesso de peso, sendo que 16,9% das mulheres e 12,5% dos homens são obesos.
Os números são preocupantes, especialmente por que estão aumentando, mas uma solução simples pode reverter essa tendência: apenas 30 minutos de exercício por dia.
Um novo estudo da Universidade de Copenhague (Dinamarca) descobriu que 30 minutos de treinamento diário é igualmente eficaz à uma hora de treino diário. Na verdade, os participantes do estudo que treinaram apenas meia hora perderam mais peso, embora os cientistas não saibam dizer por quê.
De qualquer forma, a conclusão é de que meia hora diária é suficiente para “reverter” a epidemia da obesidade.
60 homens dinamarqueses, considerados “pesados, mas saudáveis”, e que queriam ficar em forma e perder peso ao longo de três meses participaram da pesquisa.
Metade deles foi convidada a se exercitar por uma hora por dia, usando um monitor de frequência cardíaca e contador de calorias, enquanto o segundo grupo só teve de suar por 30 minutos. Os exercícios incluíam pedalar, correr e remar.
Todas as sessões de treinamento foram planejadas para produzir suor, mas de forma leve. No entanto, era esperado que os participantes aumentassem a intensidade do exercício três vezes por semana.
Os pesquisadores concluíram que apenas 30 minutos de exercício duro a ponto de produzir suor foi o suficiente para virar o jogo e dar aos homens um índice de massa corporal saudável.
Qual o mínimo de exercícios necessários para ficar em forma?
As surpresas

A surpresa do estudo foi que os participantes dos 30 minutos por dia queimaram mais calorias do que deveriam em relação ao programa de treinamento que foi estabelecido para eles.
Menos de meia hora de exercícios por dia ajudam a curar a depressão
Já os participantes do treino de uma hora perderam muito pouco peso em relação à energia que queimaram. Na verdade, o grupo da meia hora perdeu quase um quilo a mais que o grupo que tecnicamente deveria ter se exercitado mais.
Os pesquisadores concluíram que treinar por meia hora é tão eficaz quanto por uma hora, já que essa meia hora a mais não trouxe nenhum benefício adicional aos homens.
Agora, porque os participantes que treinaram mais perderam menos peso, é um mistério. Os cientistas sugerem que os homens das sessões de 30 minutos podem ter treinado um pouco mais por conta, porque não se cansavam tanto ao final de cada sessão. Além disso, os que se exercitavam mais podem ter comido mais também.
De qualquer forma, se você não tem tempo, mas quer emagrecer, 30 minutos de exercício por dia parece bastante razoável e eficaz. Não custa tentar.
fonte: http://hypescience.com

terça-feira, 27 de maio de 2014

Mel ou orgânico? Site diz que não existe açúcar saudável



O Açúcar é um dos grandes vilões da alimentação e o site do  jornal Huffington Post não traz boas notícias: não existe uma versão saudável deste alimento.

Segundo a publicação, o nosso corpo não se se importa se ele vem em versão orgânica, não-refinada ou 100% natural. Confira, a seguir, algumas informações nutricionais por trás disso.

Todo açúcar é açúcar
Não é segredo que o consumo de açúcar em grandes quantidades traz efeitos negativos para a saúde – estudos já o relacionaram à obesidade, diabetes e aumento de risco de doenças cardíacas.

No entanto é necessário na alimentação, mas é possível estar de olho na quantidade extra que colocamos nos alimentos. E de acordo com Marion Nestle, professora de nutrição na New York University, não importa o tipo de açúcar – seja em mel, néctar de agave ou açúcar de coco. O excesso é  notado no sangue.

Em última análise, todos trazem efeitos semelhantes sobre a obesidade, de acordo com Jaimie Davis, da University of Texas. “Não existem dados que sugerem que, se consumir mais calorias vindas do mel, vai armazená-las de forma diferente”, explicou.

Estudos: amêndoas combatem diabetes, obesidade e flacidez

Pequenas porções podem ajudar desde a pele ao funcionamento do coração, segundo estudos


Pequenas porções podem ajudar desde a pele ao funcionamento do coração, segundo estudos

Comer amêndoas pode ajudar a prevenir doenças, pois elas são ricas em nutrientes, além de saciarem o apetite, combaterem a flacidez e manterem o coração saudável. As amêndoas contêm gorduras monoinsaturadas e vitamina E, que protege o corpo dos danos dos raios UV e de doenças como o Alzheimer. Os dados foram concluídos a partir de seis estudos apresentados pela Sociedade Americana de Nutrição. As informações são do Daily Mail.

Para pessoas com risco de diabetes, as amêndoas ajudam a controlar os níveis de glicose no sangue. As amêndoas são repletas de minerais, entre eles o manganês, que ajuda a fortalecer os ossos; e o magnésio, que é essencial para a função muscular e nervosa, além da regulação da pressão arterial.


Como benefício para a pele, o conjunto de flavonoides age como antioxidantes e melhora o efeito da vitamina E. Especialista na área, Karen Lapsley disse que a nova pesquisa mostra que é fundamental usar as descobertas para criar uma dieta mais saudável.


Um dos estudos, feito pela Louisiana State University, analisou 24.808 adultos com idade superior a 19 anos e mostrou que aqueles que comiam amêndoas ingeriam mais nutrientes e tinham melhor estado fisiológico em comparação com os demais voluntários. Em outro, realizado pela Universidade Purdue, foi descoberto que as amêndoas podem frear o apetite e regular as concentrações de glicose no sangue.

Resultados de outro estudo sugerem, preliminarmente, que as porções de amêndoas podem ajudar a diminuir a gordura abdominal, assim como evitar diabetes, pressão alta e obesidade.

fonte: http://saude.terra.com.br

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Chá é poderoso contra doenças; saiba maximizar efeitos

Para aumentar os efeitos dos antioxidantes do chá, o ideal é deixar o sachê de chá por mais tempo na caneca e não adicionar leite


Chá preto, verde, branco e oolong contêm quantidades elevadas de flavonoides, antioxidantes que ajudam a reduzir riscos de doenças, aumentar a imunidade e melhorar a saúde do coração. Portanto, beber a iguaria é um bom hábito, mas você aproveita por completo os benefícios dela? Confira abaixo três dicas para maximizar os seus efeitos, listadas pelo site FitSugar:

1 – Nada de deixar o sachê de chá por pouco tempo na caneca. Quanto mais tempo, mais se tira proveito de seus antioxidantes. Se estiver preocupado com uma alta dose de cafeína em chá forte, prefira opção descafeinada, cuja quantidade de antioxidante ainda é alta.

2 – Por mais gostoso que seja, não adicione leite ao chá. Estudos têm mostrado que corta os efeitos positivos do chá, mesmo quando se usa leite de soja.

3 – Quer incrementar o chá? Então, adicione itens que aumentem os níveis de antioxidantes da bebida ou maximizem sua eficácia. Entre as boas pedidas estão frutas cítricas (limão e lima), canela, mel e noz-moscada.  
fonte:http://saude.terra.com.br

Site esclarece 5 mitos sobre a dieta sem glúten; entenda

O site da ABC News perguntou a especialistas se tirar o glúten da dieta faz bem; veja o que elas responderam


Uma dieta sem glúten já foi limitada a quem tem intolerância à substância, mas hoje muitos aderem ao hábito para cuidar da saúde. No entanto, será que todas essas pessoas sabem o que isso significa? Talvez nem todas saibam o que é o glúten: uma mistura de proteínas encontrada no trigo, cevada e aveia. Fica a primeira dica.

O site da ABC News listou 5 mitos sobre o glúten para quem sempre teve dúvidas mas tinha vergonha de perguntar. 


Glúten engorda
Segundo a nutricionista Kristen Kirkpatrick, da Clínica Cleveland, o mito mais comum é achar que cortar o glúten é sinônimo de emagrecimento. "Ele não engorda. Calorias engordam, tanto se vierem do arroz integral, que não tem glúten, como se for ingerida em pão branco", disse.

Na verdade, pães sem glúten podem conter até mais calorias do que o pão normal. "Comidas sem glúten podem conter mais açúcar ou calorias para ajudar no sabor, para compensar a falta do glúten", disse Kelly Thomsen, do Vanderbilt University Medical Center.


O que pode acontecer é de as pessoas que desejam cortar o glúten da dieta começarem a ler mais as embalagens e rótulos, escolhendo melhor o que consomem. 
Glúten não deve fazer parte de "dietas limpas"
Não existe definição para essa expressão, o que seria uma "dieta limpa". O mais perto que se pode inferir é consumir o máximo de alimentos naturais.
Por isso, uma dieta limpa pode conter glúten ou não. "Existe péssimas dietas sem glúten, assim como péssimas dietas vegetarianas", disse Kristen.


Só lembrando: batatas-fritas não contêm glúten e são vegetarianas,

Glúten faz mal
Kelly Thompsen diz que as pessoas vivem dizendo que querem diminuir a quantidade de glúten que ingerem, mas que isso é uma escolha ineficaz (e cara) para quem não tem intolerância. "Não há nada ruim com o glúten", disse.

terça-feira, 20 de maio de 2014

5 maneiras pelas quais sua dieta saudável pode estar te deixando cansado



Você dorme bem, faz exercícios regularmente, administra bem o estresse e faz tudo para estar o tempo todo com bastante energia. Ainda assim, tem alguma coisa errada: pelo menos uma dúzia de vezes por dia você gostaria de ter um pouco mais de energia.
Por incrível que pareça, pode ser que a sua dieta, por mais balanceada que seja, está te deixando sem energia.

1. Você faz longos períodos de jejum

Toda vez que você fica mais de duas horas sem comer, o açúcar no sangue começa a baixar, e junto com sua energia. Os alimentos são fonte de glucose, um tipo de açúcar que o sangue carrega. Nossas células transformam a glucose em adenosina-trifosfato (ATP), e o ATP é usado por todas as células do corpo, incluindo no cérebro e músculos.
Quando o açúcar baixa, as células não têm como fazer ATP, e começam a baixar o ritmo: você fica cansado, faminto, irritado e disperso. A dica é fazer lanchinhos a cada duas horas ou menos, para manter o nível de açúcar no sangue. Comece mastigando alguma coisa na primeira hora depois de acordar – é neste período que o açúcar no sangue está no seu nível mais baixo.

2. Seu desjejum tem muito “pão branco”

Não Comer

Um dos inimigos da energia é um desjejum doce: panquecas, pão branco, bolos e coisas do tipo. O melhor é começar o dia com fibras solúveis, como as encontradas em aveia, cevada e nozes.
As fibras solúveis se dissolvem no trato intestinal, criando um filtro que torna mais lenta a absorção de açúcares e gorduras, impedindo os picos de açúcar que são seguidos de baixas durante o dia.
Uma dica é ingerir no desjejum cereais com pelo menos 5 gramas de fibras por porção, e pães integrais com 2 gramas por fatia.

3. Você ingere as verduras erradas

Comer

Na verdade, não existe a verdura “errada”, mas no quesito energia, prefira as crucíferas, como o brócolis, couve, couve de bruxelas, couve-flor e repolho. Estas verduras contém isotiocianatos, compostos que ativam uma proteína chamada Nrf2, que, por sua vez, aumenta a produção de mitocôndrias, as organelas celulares responsáveis pela conversão de glucose em ATP.
E quanto mais mitocôndrias, melhor os músculos vão trabalhar e menos fadiga você vai sentir. Use brócolis refogado, misture repolho picado com vinagre, ou tempere couve-flor com açafrão, cardamomo, cravo, coentro e canela.

Para quem quer emagrecer, fazer duas grandes refeições é melhor do que seis pequenas: estudo



Você provavelmente já ouviu falar que comer várias pequenas refeições ao longo do dia é uma boa maneira de evitar a fome e manter seu metabolismo acelerado durante a tentativa de perder peso. Mas um novo estudo pode mudar a sua estratégia de dieta.
Um estudo sugere que comer duas grandes refeições cedo e pular o jantar pode levar a uma maior perda de peso do que comer seis pequenas refeições ao longo do dia. “Ambos os estudos experimentais e humanos apoiam fortemente os efeitos positivos do jejum intermitente”, diz a principal autora do estudo, Hana Kahleova.
Pesquisadores da República Checa acompanharam 54 pacientes com diabetes tipo 2 durante 24 semanas. Os participantes do estudo foram divididos em dois grupos de forma aleatória. Ambos os grupos seguiram uma dieta que reduziu o consumo de energia em 500 calorias por dia e continha 50 a 55% de carboidratos, 20 a 25% de proteína e menos de 30% de gordura.
Nas primeiras 12 semanas, um grupo comeu três refeições principais – café da manhã, almoço e jantar – e três pequenos lanches entre as refeições. O outro grupo comeu um grande café da manhã entre 6 e 10 horas da manhã e um grande almoço entre meio dia e 16h. Os dois grupos, então, inverteram os papéis nas 12 últimas semanas. Os pesquisadores pediram aos pacientes para não alterar os seus hábitos de exercício durante o estudo.
Embora ambos os grupos tenham perdido peso e diminuído a quantidade de gordura no fígado, o grupo que consumia apenas duas refeições grandes perdeu mais peso durante cada período de 12 semanas. Comer menos e fazer refeições maiores também levou a níveis mais baixos de açúcar no sangue em jejum, o que significa que a produção de insulina do corpo estava trabalhando de forma mais eficiente.
O tempo e a frequência das refeições dos grupos não pareceu ter um efeito sobre a função das células beta, que produzem insulina, ou sobre a taxa de depuração metabólica da glicose – ou seja, o quão rápido os seus corpos foram capazes de processar e se livrar do açúcar.
Ainda que considere o estudo interessante, a especialista em dieta e fitness da CNN, Melina Jampolis, tem algumas ressalvas. “A primeira coisa que eu penso é que não é realmente praticável dizer às pessoas que pulem o jantar todos os dias”.
Ela também se preocupa com o fato de que os dois grupos acabaram não comendo o mesmo número total de calorias. “Comendo seis vezes ao dia, é muito difícil de controlar calorias”, disse.
Os pesquisadores admitem que, enquanto eles fizeram o seu melhor para garantir que ambos os grupos consumissem a mesma quantidade, o grupo que comeu duas refeições maiores pode ter comido menos.
Embora o estudo fosse pequeno, Jampolis concorda que há pesquisas que apoiam o consumo de uma refeição mais leve no final do dia.
A maioria de nós consome a maioria das calorias do nosso dia tarde da noite, quando somos menos ativos, explica a profissional. E quando não estamos ativos, nossa sensibilidade à insulina cai. Um estudo recente mostrou que caminhar por apenas 15 minutos após o jantar pode ajudar a diminuir o risco de diabetes. Além disso, jejuar entre o almoço e o café da manhã pode ter um efeito semelhante.
Fica o conselho de não pular totalmente o jantar. Procure focar em comer um café da manhã e um almoço reforçados e em manter a sua última refeição do dia com poucas calorias.

fonte: http://hypescience.com

domingo, 18 de maio de 2014

Alimentos que não devem ser refrigerados

O costume de colocar qualquer coisa na geladeira, pois, em teoria, evita a deterioração, é errado para alguns alimentos

tomate


#1 – Tomate
É muito comum ver tomates guardados na geladeira, mas a refrigeração faz com que a fruta se deteriore mais rápido e perca sabor. Deixe-os do lado de fora, pode ser até junto de outras frutas, apenas certifique-se de colocá-los de ponta-cabeça. 

cebola

#2 – Cebola
As cebolas precisam respirar e o interior úmido e fechado da geladeira não é o local ideal. Deixe-as na dispensa, de preferência longe das batatas.

#3 – Batata
Tanto a batata comum quanto a doce perdem o sabor quando são refrigeradas, pois o amido que elas contém se transforma em açúcar. A textura e aparência também são alteradas. Não é a toa que batatas são deixadas fora de geladeiras nos supermercados. Guarde-as em um saco aberto em um local escuro e arejado.

café

#4 – Café
O café em pó é melhor armazenado em recipientes à vácuo e dentro da despensa. Guardar na geladeira pode alterar o sabor em alguns casos, então refrigere por sua conta e risco. O coador, no entanto, pode ser refrigerado sem problemas.

pao

#5 – Pão
A refrigeração faz com que o pão fique ressecado mais rapidamente. Tente consumi-lo em até quatro dias depois de aberto. Congelar o pão é melhor do que refrigerá-lo, se quiser guardar por mais de quatro dias.

fonte: http://www.areah.com.br

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Comer nunca mais: uma dieta balanceada e barata em um copo

A alimentação sempre foi, e sempre será, motivo para debates infinitos. Isso porque a função número zero de qualquer alimento é fornecer a energia que o nosso corpo necessita para funcionar adequadamente. Mas, a relação que uma grande e significativa parcela da humanidade tem com ela é um tanto confusa – o que pode acabar distorcendo seu papel. Alguns comem de mais e levam a obesidade ao extremo. Enquanto outros parecem querer viver de luz.
E para o empresário Rob Rhinehart, o homem que vive sem comida, essas são algumas das provas sólidas de que os alimentos que temos a nossa disposição hoje não funcionam. Seja por serem caros demais e exigirem um tempo de preparo que muitas vezes apenas não existe, ou por conta de casos de obesidade e anorexia. Sem contar a parcela da população que não tem acesso algum a qualquer tipo de alimento.
soylent

Na tentativa de resolver esse problema, Rhinehart desenvolveu em 2012 um novo produto que ele mesmo considera “uma forma eficiente de alimentar a humanidade, pela primeira vez na história”.
Trata-se do “shake” chamado Soylent.



 O Soylente é perfeito para pessoas que, infelizmente, estão ocupadas demais para perder tempo se preocupando com o cardápio do dia, e também já estão cansadas de gastar dinheiro com fast food e outros alimentos prontos que não fazem nada bem ao nosso organismo. Feito a partir de uma mistura de carboidratos, aminoácidos, lipídios, vitaminas e minerais, o shake de Rhinehart tem como objetivo ser uma forma mais pura de nutrição do que a própria comida.

O nome do produto remete ao filme de ficção científica de 1973 cujo título é “Soylent Green”. Ele veio para o Brasil como “No Mundo de 2020”.
O longa de ficção científica, dirigido por Richard Fleischer, mostra um futuro superpovoado e poluído, onde os recursos naturais se esgotaram e a alimentação da população é fornecida pelas indústrias Soylent, consistindo de umas bolachas misteriosas. No desenrolar da trama, descobrimos que essas bolachas são na verdade feitas de carne humana.

E funciona mesmo?

soylent
Rhinehart fez o teste. Ao longo do último um ano e meio, 90% de suas refeições são Soylent.
Por mais que ele se sinta muito bem com esse novo estilo de vida, ele alega que seu objetivo não é substituir todas as refeições, e sim evitar refeições mal feitas que eram comuns em seu dia a dia – e ainda são na rotina de muitos de nós.
No futuro, segundo entrevista ao jornal americano The New Yorker, ele acredita que “vamos ver uma separação entre as nossas refeições burocráticas para o funcionamento do corpo, e as refeições para a nossa experiência e socialização” – o que faz muito sentido.
E é justamente esse aspecto do produto que tem sido o grande responsável pelo seu sucesso.
Quando Rhinehart terminou de postar sua campanha de arrecadação coletiva de fundos para levantar o capital necessário para produzir Soylent em grande escala, ele esperava receber algo em torno de 100 mil dólares dentro de um mês. Em alucinantes duas horas já tinha alcançado essa meta, com milhares de pessoas comprando Soylent pela bagatela de 65 dólares (mais de R$ 130).
Este mês, as primeiras 30.000 unidades de Soylent feitas para serem comercializadas já foram enviadas para clientes em todos os Estados Unidos, e a empresa já conta com mais de 10.000 dólares de novos pedidos todos os dias.
Agora a má notícia: o produto ainda não está disponível para o Brasil.

Do ponto de vista médico

Os médicos entrevistados a respeito deste novo alimento parecem otimistas com relação ao que ele representa, mas também tendem a concordar que é no mínimo presunçoso acreditar que precisamos só dele para sobreviver.
Apesar de o Soylent parecer um tanto eficiente, não quer dizer que elimine a alimentação por prazer e “socialização”, como o próprio Rhinehart ressaltou. O que o shake oferece é um opção para não se contaminar com porcarias nos momentos em que você não pode se dedicar a procurar um alimento saudável – sem contar os incríveis benefícios que pode trazer ao meio ambiente e as possibilidades que representa para acabar com a fome no mundo.
O criador da mistura crê que o pó (que deve simplesmente ser adicionado à água para ficar pronto para consumo) é mais barato, mais saudável e mais conveniente do que comer três vezes ao dia. Aliás, não só ele. Alguns meios de comunicação já chegaram até a dizer que o Soylent marcará o “fim da comida”. Será? 

fonte:  http://hypescience.com

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Comer 7 porções de frutas por dia reduz risco de morte

Entre os benefícios comprovados de frutas e vegetais, está a redução do risco de câncer e de doenças cardíacas

 

Comer sete ou mais porções de frutas, verduras e legumes por dia é mais saudável do que as cinco recomendadas pelos médicos e prolongaria a expectativa de vida, segundo uma nova pesquisa. Cada porção contém cerca de 80 g, equivalente a uma fruta grande ou um punhado de frutas ou verduras e legumes pequenos.

O estudo, feito com cerca de 65 mil homens e mulheres, sugere que quanto mais alimentos desse tipo as pessoas ingerirem, menos chances têm de morrer - em qualquer idade. Entre os benefícios comprovados, está a redução do risco de câncer e de doenças cardíacas.
Os cientistas, da Universidade College de Londres, analisaram dados do National Health Survey entre 2001 e 2008, uma espécie de Censo da Saúde do Reino Unido, que coleta informações sobre a saúde dos britânicos por meio de questionários e visitas médicas, além da análise da dieta alimentar e do estilo de vida dos pacientes.
Os estudiosos também avaliaram a mortalidade geral, além das mortes causadas por câncer, doenças cardíacas e derrame. Eles descobriram que o risco de morte precoce provocada por qualquer uma dessas doenças caiu, ao passo que a ingestão de frutas e vegetais aumentou.

Ao longo da pesquisa, os cientistas descobriram que o risco de morte foi reduzido em 14% se o indivíduo ingerir entre uma e três porções de frutas, verduras e legumes por dia; 29% entre três e cinco 36% entre cinco; sete 42% para sete ou mais.
A pesquisa também constatou que vegetais frescos possuem um potencial maior de proteção, seguidos pelas saladas e depois pelas frutas. Já o suco de frutas não oferece benefícios, enquanto que frutas enlatadas aumentam o risco de morte - possivelmente porque elas são armazenadas em uma calda de açúcar, dizem os pesquisadores.

Comer peixe reduz em 25% chances de depressão nas mulheres

Pesquisa australiana concluiu que o ômega 3 dos frutos do mar associado aos hormônios femininos mantém o cérebro funcionando de forma melhor

 

Um estudo realizado na Austrália concluiu que incluir frutos do mar ao menos duas vezes por semana no cardápio reduz em 25% o risco das mulheres desenvolverem depressão. As informações são do site inglês Daily Mail.



De acordo com a pesquisa conduzida pelo Menzies Research Institute da Tasmania, as altas doses de ômega 3 encontradas nos frutos do mar combinadas com os hormônios femininos, como estrogênio e progesterona, mantêm as funções cerebrais funcionando de forma melhor.
Os pesquisadores observaram mais de 1.400 homens e mulheres com idades entre 26 e 36 ao longo de cinco anos. Além do cardápio repleto de peixes, camarões e mexilhões, a atividade cerebral também era medida assim como consumo de tabaco e álcool, peso, altura, sedentarismo, educação e situação profissional.
"Para as mulheres, cada vez que um tipo de peixe era consumido durante a semana, as chances de depressão caíam cerca de 6%", explicou o responsável pelo estudo. E completou: "nos homens não foi observada esta ligação entre consumo de frutos do mar e redução do risco de depressão".
Richard Marsh, diretor do Insitute of Food, Brain and Behaviour, comentou que estudos anteriores já haviam determinado que óleo de peixe, rico em ômega 3, influenciava no humor. "O estudo mostra que o corpo humano como um todo, inclusive o cérebro, precisa da nutrição necessária para funcionar adequadamente e que certas deficiências podem causar problemas, como a depressão", explica.
fonte:  http://saude.terra.com.br

 

terça-feira, 13 de maio de 2014

Nutróloga das famosas conta como perder peso e manter a forma

Queridinha de famosas como a modelo Raica Oliveira, a nutróloga Cristiane Coelho Ognibene conta o que funciona para perder peso e modelar curvas


Apaixonada por nutrição, beleza e qualidade de vida, há 11 anos Cristiane Coelho Ognibene resolveu reunir tudo isso em uma clínica que oferece, além de acompanhamento médico e nutricional para quem quer emagrecer ou manter a boa forma, equipamentos estéticos de ponta para combater a gordura localizada e a celulite. “Dou assistência full time aos meus pacientes. Essa entrega ajuda a estabelecer uma relação de confiança mútua”, diz a especialista em nutrologia pela Associação Médica Brasileira, membro da Abran (Associação Brasileira de Nutrologia) e Ican (International Colleges for the Advancement of Nutrition).


Chás, balas e chocolates inibidores de apetite realmente ajudam a perder peso?
Para emagrecer com saúde e manter o peso, o melhor é conjugar dieta balanceada e atividade física. Mas existem fitoterápicos que ajudam nesse processo. Os mais usados são pholia magra (erva que controla a fome), os chás vermelho, verde e branco e o de hibisco (antioxidantes, eles aceleram o metabolismo e eliminam as toxinas), koubo (planta que engana a fome e diminui a ansiedade), slendesta (uma proteína da batata que aumenta a saciedade), faseolamina (diminui a absorção de carboidratos) e caseolamina (reduz a absorção de gordura). São fitoterápicos aprovados pela Anvisa, com base nos estudos dos próprios fabricantes das matérias- primas. Só podem ser indicados por médicos e nutricionistas, pois as dosagens são diferentes para cada caso. Para garantir bons resultados, recomendo a combinação de mais de um desses ativos em cápsula, bala de colágeno ou shake. Até chás podem ser encapsulados porque há gente que não gosta da bebida.

O que é melhor para emagrecer: os remédios tradicionais ou os fitoterápicos?
Depende. Não dá para generalizar. Se a pessoa não fechar a boca e não fizer ginástica, não há remédio que funcione. Prefiro indicar os fitoterápicos porque são naturais e, diferentemente dos inibidores de apetite, não provocam efeitos colaterais, como boca seca, irritação, prisão de ventre, depressão, insônia, dor de cabeça, hipertensão, falta de ar... Por outro lado, para quem tem muita dificuldade para emagrecer ou está acostumado a tomar remédio, os ativos naturais não são eficientes. Nesses casos, os chás e as balas podem ser incluídos no dia a dia como coadjuvantes dos medicamentos convencionais e de uma dieta de baixas calorias. As balas, por exemplo, substituem uma sobremesa.

Quais as principais queixas das famosas com o corpo?
Elas têm o corpo como instrumento de trabalho e, portanto, vivem de dieta. A principal queixa não é o peso, mas celulite, retenção de líquidos, gordura localizada e flacidez de pele. Além de dieta, recomendo água, chás e sessões regulares de drenagem linfática com os aparelhos Celutec, VelaShape Plus (contra celulite e flacidez) e Ultra Accent (reduz a gordura localizada e tonifica a pele).

fonte: http://mdemulher.abril.com.br